27.4.11
26.4.11
20.4.11
O seu falar...
Fale com suavidade, cuide do seu tom de voz.
Certas palavras que nada dizem, por vezes ferem,
machucam a alma de quem a escuta,
pela maneira como foram ditas.
Por isso, evite falar quando não está bem,
na discussão, ouça, evite o confronto.
Verdades entaladas, ditas na hora da discussão,
podem terminar com um longo relacionamento,
aniquilam uma amizade que é muito cara,
esvaziam possibilidades de aproximação,
cutucam feridas, doem no coração.
Hoje é o dia perfeito para abaixar a voz.
Quem educa não grita, e quem grita não educa.
Não confunda falar com firmeza com ofensa,
nem acredite que a intimidação é sinal de respeito.
A fala amorosa, ainda que pareça fraca, marca,
deixa uma impressão em quem a ouve,
faz a pessoa refletir, e as vezes,
envergonhar-se.
Como falar de amor aos gritos?
Isso não existe, é impossível.
O seu falar é o reflexo do que vai na sua alma,
se você anda gritando, soltando fogo ao falar,
o problema não está com os outros,
está ai dentro de você.
Certas palavras que nada dizem, por vezes ferem,
machucam a alma de quem a escuta,
pela maneira como foram ditas.
Por isso, evite falar quando não está bem,
na discussão, ouça, evite o confronto.
Verdades entaladas, ditas na hora da discussão,
podem terminar com um longo relacionamento,
aniquilam uma amizade que é muito cara,
esvaziam possibilidades de aproximação,
cutucam feridas, doem no coração.
Hoje é o dia perfeito para abaixar a voz.
Quem educa não grita, e quem grita não educa.
Não confunda falar com firmeza com ofensa,
nem acredite que a intimidação é sinal de respeito.
A fala amorosa, ainda que pareça fraca, marca,
deixa uma impressão em quem a ouve,
faz a pessoa refletir, e as vezes,
envergonhar-se.
Como falar de amor aos gritos?
Isso não existe, é impossível.
O seu falar é o reflexo do que vai na sua alma,
se você anda gritando, soltando fogo ao falar,
o problema não está com os outros,
está ai dentro de você.
Resolva-se.
Cuide-se!
Cuide-se!
17.4.11
Sugestões para presentes:
Amor.
Bolinhas de sabão.
O som de copos com água.
O som de copos com água.
O som das gotas no chão.
Um sorriso tímido.
A música por trás dos ruídos.
Um coração encostado no outro.
Um ou dois para sempres.
Um avião nas mãos de um menino.
Um barquinho de papel.
Uma pipa atravessando as nuvens.
Uma sementeira de tulipas.
Um mingauzinho de aveia.
Um par de meias listradas.
Dois ou três cata-ventos.
Uma palavra inventada.
(Rita Apoena)
13.4.11
11.4.11
8.4.11
7.4.11
2.4.11
Simples assim...
Eu não sei se a vida é que vai rápida demais ou se sou eu que estou mais lenta.
O que sei é que ando me atropelando nos próprios passos.
Eu resolvi desacelerar. Eu vou no ritmo que posso.
Não é fácil. É sabedoria que requer aprendizado! Eu quero aprender.
O descompasso é a causa de todo cansaço. O corpo é rápido, mas o coração não.
O corpo anda no compasso da agenda. O coração anda é no compasso do amor miúdo. O corpo sobrevive de andares largos. O coração sobrevive de pequenos passos e de demoras. Eu já fui e voltei a inúmeros lugares e o coração nem saiu do lugar. O mistério é saber reconciliar as partes. Conciliar um ritmo que seja bom para os dois. Eu quero aprender. Não quero o martírio antes da hora. Quero é o direito de saborear o tempo como se fosse uma menina que perdeu a pressa. O show? Deixa pra depois. Acendemos as luzes noutra outra. Deixe que eu viva a penumbra de algumas poucas velas... As vezes combinamos mais com uma vela acesa do que com um canhão de luz. Há momentos em que a luz miúda nos revela muito mais do que mil holofotes. Chega de vida complicada. Eu preciso é de simplicidade...
(Pe. Fábio de Melo)
1.4.11
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